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UFMG oferece auxílio financeiro emergencial para estudantes assistidos

A UFMG está disponibilizando um auxílio emergencial e imediato de R$ 200 a estudantes assistidos nos níveis I, II e III para arcar com despesas como alimentação básica e passagens rodoviárias. A medida foi tomada pela direção da Universidade em razão do decreto 17.304, expedido pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, na última quarta-feira, dia 18, que determina o fechamento de bares e restaurantes na capital.  É a Prefeitura que regula o funcionamento desses estabelecimentos por meio da emissão de alvarás.

A decisão do executivo municipal, que entra em vigor nesta sexta-feira, dia 20, alcança os restaurantes universitários da UFMG em Belo Horizonte, com exceção da unidade que funciona no Hospital Risoleta Tolentino Neves. De acordo com o artigo 2º do Decreto, trata-se de uma “medida de prevenção ao contágio e contenção da propagação de infecção viral relativa ao Covid-19”. O restaurante universitário que funciona no campus Regional de Montes Claros também será fechado, visando acompanhar as medidas de combate ao novo coronavírus.

“Estamos alinhados e comprometidos com as autoridades públicas na adoção de medidas preventivas de combate e contenção da propagação do novo coronavírus. Temos uma responsabilidade com a cidade, mas precisamos assegurar aos nossos estudantes, em especial, aqueles que são beneficiados por ações e projetos de assistência, condições para que possam se alimentar adequadamente”, explica o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira.

De acordo com a presidente da Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump), Sandra Bianchet, “o valor será depositado até a próxima terça-feira, dia 24, na conta bancária cadastrada do estudante". O auxílio de R$ 200 é emergencial e vale até 31 deste mês. "Outras medidas já estão sendo estudadas para o mês de abril", informa Sandra Bianchet.  

Monitoramento

Criado pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, o Comitê Permanente de Acompanhamento a Estudantes da UFMG, que conta com a participação de representantes da Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC), do Diretório Central de Estudantes (DCE), da Associação de Moradores das Moradias Universitárias e do Colegiado Especial Vagas Estudantes Indígenas, continuará avaliando os impactos da evolução do quadro de pandemia em Belo Horizonte e Montes Claros, "visando propor outros procedimentos que garantam não apenas o direito à alimentação dos alunos assistidos, mas também a manutenção das demais ações do Programa”, afirma o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Tarcísio Mauro Vago.

(Cedecom/UFMG)