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UFMG obtém nota máxima do MEC e permanece entre as melhores do país

UFMG obtém nota máxima do MEC e permanece entre as melhores do país

A UFMG manteve nota máxima (5) no Índice Geral de Cursos (IGC) e continua entre as três melhores universidades públicas do país, conforme resultados das avaliações divulgados nesta quinta-feira, 12, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os dados são referentes ao ano de 2018.

Esses indicadores são produzidos pelo Inep, vinculado ao Ministério da Educação, e divulgados anualmente, com base nos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). O objetivo é subsidiar as decisões para aprimoramento da educação superior.

A UFMG se destacou no conceito do doutorado – que compõe o IGC, somado ao conceito de mestrado e ao Conceito Preliminar de Curso (CPC): foi o mais alto entre as universidades públicas avaliadas.

A edição de 2018 inlcui mais de 2 mil instituições de ensino superior e 8.520 cursos avaliados. No caso da UFMG, foram produzidos indicadores dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, Design, Direito, Gestão Pública, Psicologia, Relações Econômicas Internacionais e Turismo.

Acima da média

No Conceito Preliminar de Cursos (CPC), que avalia os cursos numa escala de 1 a 5, a Universidade obteve nota 4 em todos os cursos avaliados. “A nota é superior à média nacional e reflete excelente desempenho, com destaque para o curso de Design, que passou da nota 3, obtida em 2015, para nota 4”, observa a diretora de Avaliação Institucional, professora Viviane Birchal.

Também os cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, que pela primeira vez foram avaliados separadamente do grupo Comunicação Social, receberam nota 4.  

“Esses indicadores são importantes instrumentos de autoavaliação, utilizados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Universidade para promover reflexões em conjunto com colegiados e núcleos docentes estruturantes (NDEs) dos cursos”, acrescenta Viviane Birchal.

Cálculos

O cálculo do IGC considera a média do Conceito Preliminar de Curso (CPC) do último triênio, a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu, com base em dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino (graduação ou pós-graduação stricto sensu).

Para que um curso tenha o CPC calculado, é preciso que ele tenha no mínimo dois estudantes concluintes participantes no Enade. Os insumos usados nos cálculos são desempenho dos estudantes no Enade, valor agregado pelo curso ao desenvolvimento dos estudantes concluintes (IDD), perfil do corpo docente (regime de trabalho e titulação) e percepção discente sobre as condições do processo formativo.

Já o cálculo anual do IGC considera média dos CPC do último triênio, relativos aos cursos avaliados da instituição; média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela Capes na última avaliação trienal disponível; distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino (graduação ou pós-graduação stricto sensu).

(Cedecom/UFMG)

Foto: Lucas Braga/UFMG