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Formações Transversais ampliam horizontes do estudante da UFMG

A bióloga Júlia de Matos Nogueira e a pedagoga Luana Resende Moreira, graduadas pela UFMG, trilharam percursos acadêmicos que lhes abriram novos horizontes em seus respectivos campos de atuação. Ambas cursaram Formações Transversais – Júlia, em Saberes Tradicionais, e Luana, em Acessibilidade e Inclusão ­– e hoje, em plena atividade profissional, lançam um olhar retrospectivo para dimensionar os benefícios proporcionados por suas opções.

“Eu poderia falar horas sobre as Formações Transversais, porque foi uma das melhores escolhas que fiz na vida”, afirma Júlia, que trabalha como coordenadora do setor de guiamento em empresa no Pantanal, em Mato Grosso do Sul. Além das duas formações, há outras seis estruturas do gênero em funcionamento e outras em processo de construção. 

As Formações Transversais são parte de política institucional cujo objetivo é oferecer uma formação ampla e de excelência, não só do ponto de vista técnico, mas que também busca despertar nos alunos a atenção para grandes temas do país e da humanidade, diz a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira. “É muito difícil tratar essas questões do ponto de vista disciplinar. Assim, cada Formação Transversal reúne conjunto de atividades acadêmicas curriculares que compõem um minicurrículo, que envolve temas e docentes de várias áreas do conhecimento”, explica.

As Formações Transversais são o destaque da edição 2.057 do Boletim UFMG, que circula nesta semana. Leia a reportagem:

Novo paradigma
Resposta institucional

(Cedecom/UFMG)