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Rede Direitos Humanos UFMG integra Observatório da Violência Política em Minas Gerais

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Primeira reunião do Observatório da Violência Política em Minas Gerais Crédito: Rogério Hilário

É violência política qualquer ato de ameaça, intimidação, ofensa, agressão física, injúria ou ato de intolerância que ocorra em função da sua escolha eleitoral ou posição política. Essa é a diretriz do Observatório da Violência Política em Minas Gerais, recém inaugurado em uma reunião ocorrida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o objetivo é criar uma articulação que integre os inúmeros equipamentos estaduais, municipais e dos vários poderes para atender as demandas contra violências e garantir o efetivo acompanhamento e encaminhamento dessa temática.

A professora Marlise Matos, coordenadora da Formação Transversal em Direitos Humanos e membro da Rede Direitos Humanos UFMG, dá mais detalhes sobre a iniciativa. “Estamos nos articulando enquanto Rede de Direitos Humanos da UFMG com organizações importantes como a Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Mulher, da ALMG, a Comissão de Direitos Humanos da OAB e da Câmara  dos Municipal de BH e o Gabinetona,  a Defensoria Pública, o Conselho Regional de Psicologia de MG entre outros grupos.  O Observatório será não só espaço de denúncia eleitoral, mas também vamos pensar os fluxos dessas denúncias e principalmente mobilizar a população para que ela compreenda os riscos que corre,  especialmente segmentos mais vulneráveis como a comunidade LGBT, mulheres e a população negra”.

Participaram da reunião de inauguração mais de 80 pessoas, representantes de diversas entidades, partidos, e setores do Estado, incluindo a Pró-reitoria de Extensão da UFMG, representada pela servidora Luana Giarola Contiero, a  professora Marlise Matos, do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da UFMG (Nepem-UFMG); representantes de diversos núcleos da UFMG; Cláudia Spranger, do Ministério Público; Larissa Amorim, subsecretária de Políticas para as Mulheres da Sedpac; Benilda Brito, da Rede de Mulheres Negras; Terezinha Avelar, da Rede de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres; Pai Ricardo, Zelador da Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente; Samira Ávila, do CRJ; Myriam Christus, da Quem Ama Não mata; Robson Sávio, da PUC Minas; Douglas Miranda, coordenador Especial de Políticas de Diversidade Sexual da Secretaria de Estado de Direitos Humanos; representantes da Gabinetona; entre outros.

 A próxima reunião, aberta ao público será nesta quinta-feira, 25 de outubro, às 15h, no 4º andar do Edifício Tiradentes da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

(Com Assessoria de Imprensa da deputada Marília Campos)

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